Músicas que falam sobre motos

Motocicletas e guitarras parecem ter nascido um para o outro, fizemos uma lista dos 10 maiores rocks que falam sobre esta paixão, as motos. Uma coletânea que irá animar o seu fim de tarde e te fazer querer correr para a garagem para cair na estrada!

10. Motorcycle Man – Saxon

09. Bad Motor Scooter – Sammy Hagar

08. Return of the Warlord – Manowar

07. Highway 49 – George Thorogood

06. Biker Like an Icon – Paul McCartney

05. Wanted Dead Or Alive – Bon Jovi

04. Iron Horse/Born To Lose – Motorhead

03. AC-DC – Ride On

02. Ezy Rider – Jimi Hendrix

01. Born to be Wild – Steppenwolf

Extras:

Bem, como não queríamos deixar ninguém de fora, resolvemos deixar alguns extras, aquelas músicas que não estão no top 10 mas também dão vontade de torcer o cabo do acelerador – ou contam uma bela história sobre duas rodas, como a Unknown Legend, do Neil Young.

Crazy Motorcycle – L.A. Guns

Unknown Legend – Neil Young

Little Honda – The Beach Boys

Ride – Joe Satriani

Motorcycle Ride – Rancid

por jornaldamoto

Os 23 melhores filmes de motos

Os 23 melhores filmes de motos

Ficam aqui a lista dos 23 melhores filmes com motos realizados desde sempre. Incluímos alguns de culto e outros mais alternativos.

1. Easy Rider

Este filme de culto de 1969, também conhecido pelo nome Sem Destino, tem como protagonistas grandes lendas do cinema norte-americano e grandes motas. Como o tema musical Born to be Wild o filme de motos Easy Rider tem como seus protagonistas Peter Fonda e Dennis Hopper contando também com a participação de Jack Nicholson. As motas que apareceram no filme Easy Rider são as Harley Davidson Hydraglide modelos de 1949, 1950, e 1952.

2. The World’s Fastest Indian

O filme The World’s Fastest Indian (Indian – O Grande Desafio) é baseado numa história verídica de Burt Munro, um piloto da Nova Zelândia. Interpretado por Anthony Hopkins: em 1967, Munro, consegue obter um recorde mundial de 1000cc numa moto de marca indiana que foi modificada mecanicamente e coberta com uma carenagem mais aerodinâmica. Na altura do recorde, Munro tinha 68 anos e conduzia uma velha moto de 47 anos de idade. Este recorde permanece até hoje.

3. Any Which Way You Can (Black Widows)

No filme Any Wich Way You Can (O Regresso do Rebelde), Philo toma parte numa luta de punhos nus, como habitualmente faz para ganhar dinheiro extra ao seu negócio de reparação automóvel. Ele decide retirar-se das lutas, mas a Máfia surge e arranja mais um combate, sendo ele é arrastado para o mesmo.

4. Viva Knievel

Enquanto o duplo legendário viaja até ao México para preparar mais um das umas das suas fantásticas acrobacias, ele retira algum tempo para conhecer os seus fãs, ajudar órfãos, e tenta que um mecânico alcoólico se reconcilie com o seu filho. Enquanto tudo isto acontece o seu rival Evel tenta uma conspiração para assassinar Evel e enriquecer traficando droga para os Estados Unidos usado a equipa do Evel para o fazer.

5. Mad Max

Numa civilização decadente e violenta, um polícia é levado ao caminho da vingança depois de um gang de motards o ter marcado como o autor responsável pela morte do seu líder anterior. Neste filme mel Gibson conduz uma Kawasaki K-1000 e Rickman Framed uma Kawasaki 900.

6. The Wild One

O filme The Wild One (O Selvagem) é um clássico, onde Marlon Brando protagoniza um líder de um bando de motards que invade uma pequena localidade. O filme Wild One é o filme ícone que retrata a rebelião motard; tudo numa Triumph Thunderbird T6.

7. On Any Sunday

Um documentário que segue as vidas de pilotos de corridas motards e todos os seus entusiastas, incluindo o legendário ator Steve McQueen. O filme dá uma perspetiva das pessoas que dedicam e arriscam as suas vidas correndo e competindo nas pistas à volta do mundo.

8. The Great Escape

O filme Great Escape (Fugindo do Inferno) tem como protagonista Steve McQueen e é a imagem de uma das maiores referências de filmes motards de sempre. Neste filme, Steve McQueen realiza todas as suas cenas de ação. Na cena final Steve McQueen conduz uma 650 Triumph TT Especial, que foi modificada para se assemelhar a uma moto BMW da altura da guerra mundial.

9. Top Gun

No filme Top Gun (Ases Indomáveis), o ator e protagonista Tom Cruise, quando conduzia o seu caça, guiava uma moto Kawasaki GPZ750R . Esta foi a primeira moto que Tom Cruise conduziu, e partir desta altura ficou fã e passou a ter uma variedade de motos na sua garagem.

10. Raising Arizona – The Lone Biker Of The Apocalypse

O ex-condenado Hi e a ex-polícia Ed conhecem-se, casam e esperam ter um filho. Quando Ed descobre que é infértil decide raptar um bebé de um conjunto de quíntuplos. Assim sucedem uma série de raptos e fugas sempre com o indefeso bebé.

11. Harley Davidson and the Marlboro Man

Tendo como protagonistas Mickey Rourke e Don Jonson, o filme inclui uma cena do videoclipe dos Bon Jovi Wanted Dead or Alive, protagonizada por Mickey Rourke que atravessa o sudoeste dos Estados Unidos na sua Harley Davidson .

12. Wild Hogs

O filme Wild Hogs (Porcos e Selvagens) é uma história de 4 amigos de meia-idade (John Travolta, Tim Allen, Martin Lawrence e William H Macey) que decidem pegar em algumas Harley Davidsons e fazer uma viagem de moto pelo país para compreenderem o que realmente é um motard.

As Harley Davidson que os 4 amigos conduzem incluem a XL1200C Sportster Custom, FXSTS Springer Softail, Black Fatboy e a Screaming Eagle Fatboy

13. Tron – Light Cycle

Embora a Lightcycle não seja uma moto real é na mesma um espetáculo. Este filme de culto de ficção científica retrata um jogo de vídeo. Este filme foi um dos primeiros a usar grandes efeitos especiais criados em computador.

14. Terminator 2

No filme Exterminador 1 existe uma cena onde a corajosa Sarah Connor é perseguida pelo Terminator numa Honda 750. No Exterminador 2, Arnold Schwarzenegger conduzia uma Harley Davidson Fatboy enquanto ajudava o John Conner a escapar do T-1000.

Ainda hoje Arnold Schwarzenegger permanece um aficionado tendo uma grande variedade de motos.

15. Quadrophenia

Tal como outros jovens em Londres de 1965, Jimmy detesta a vida entediante que tem, especialmente o seu trabalho. Apenas quando está com os seus amigos e atravessa as ruas de Londres na sua scooter motorizada escutando música dos The Who e The High Numbers, ele se sente aceite. Porém este é apenas um mundo ilusório.

16. Psycomania

Um jovem gang motard de nome Living Dead apavora a população da sua pequena localidade depois de ter feito um acordo com o Diabo que implicava que se eles se suicidassem com convicção, viveriam de novo para sempre. Porém nem sempre as coisas acontecem como se espera que aconteçam.

17. Knightriders

No filme Knightriders (Super Máquina) , um grupo de artistas viajantes, que tem como maior atração cavaleiros em motos, está a desmoronar-se nas suas performances devido à pressão feita por maus polícias. O líder do grupo de nome King (Ed Harris) ao longo do tempo tornou-se numa pessoa instável ao ponto de não distinguir os espetáculos da vida real. O Ed Harris conduz uma moto Honda CBX – vale a pena ver as cenas de ação.

18. Choppertown: The Sinners

Kutty Noteboom é um punk rock construtor de motos personalizadas que ergue a sua oficina com a ajuda do amigo Rico e dos restantes irmãos motards num documentário vencedor de prémios.

19. C. C. & Company

O mecânico de motos C.C. Ryder junta-se ao gang motard e foras da lei The Heads. Porém, C.C. salva uma jornalista de nome Ann quando a sua limusina avaria no meio do deserto. Os motards entram numa competição de motocrosse e C.C. exibe a sua perícia ao olhar encantado de Ann. A sua vitória faz com que ele tenha uma querela com Moon, o cabeça de gang, que decide raptar Ann e fazer uma corrida com Moon para lutar pela sua liberdade.

20. Silver Dream Racer

No filme Silver Dream Racer (Motos De Prata) um jovem motard entusiasta do mundo das motos herda um protótipo de uma incrível máquina veloz que foi desenhada pelo seu irmão. Ele consegue o financiamento para ela, e usa a moto para conseguir ganhar o campeonato mundial em Silverstone.

21. Ride With The Wind

Neste drama televisivo o motard de competição muda a sua perspetiva da vida depois de se tornar próximo de uma jovem mãe e do seu filho às portas da morte.

22. Running Cool

No filme Running Cool (Jamaica Abaixo de Zero), Bone e Bear, dois motards duros viajam de Sturgis, SD. para  as planícies da Carolina do Sul para ajudar o seu colega Ironbutt Garrett, cujas terras estão a ser cobiçadas pelo milionário Calvin Hogg. Com as pessoas da cidade sendo aterrorizadas pelas invasões, o xerife manipulado pelo Calvin Hogg tenta expulsar os motards da cidade enquanto estes tentam juntar o dinheiro suficiente para pagar os impostos que permitem ao Ironbutt manter as suas terras.

23. Beyond The Law

Dan Saxon é um polícia à paisana que se infiltra no gang motard para prender os criminosos por detrás de uma operação de droga. Em ordem para manter a confiança do líder do grupo de motards, ele deve intervir cada vez mais em crimes cada vez maiores.

por jornaldamoto

Fotos: Rodrigo Machado e Michael Figueredo/Carta Z Notícias
 Harley-Davidson usa o Rio Harley Days como isca para atrair novos seguidores

Com ares de festival de rock, 2ª edição do Rio Harley Days atrai fãs da marca de todo o país

por Michael Figueredo
Auto Press
Quando William S. Harley e os irmãos Arthur e Walter Davidson decidiram criar sua própria motocicleta, em 1901,
pensavam apenas em um produzir um veículo. Mal sabiam que estavam fundando uma espécie de religião, com seguidores praticantes ou simplesmente fãs. O espírito de liberdade exaltado pelas motos em geral assume uma proporção de estilo de vida no universo da Harley-Davidson. Ciente do próprio alcance, a empresa decidiu apostar em um evento que pode ser classificado como um encontro de motociclistas exclusivo para a marca. O evento, realizado na Marina da Glória, no Centro do Rio de Janeiro, entre 14 e 16 de setembro, foi a segunda edição do Rio Harley Days. A marca pretende que a cidade se torne uma das cinco no mundo a realizar o evento anualmente.
O Harley Days é a principal ação de marketing da Harley-Davidson no Brasil. Mais que um feirão de fábrica metido a besta, a marca aposta numa programação onde todos os elementos do universo “harlista” estão presentes. Obviamente, isso acaba desembocando em vendas de motocicletas, mas também de roupas, acessórios, bandanas, etc. No mundo, são apenas cinco edições do Harley Days por ano. Antes do Brasil, este ano o evento foi realizado na Holanda, Espanha, Alemanha, Suíça e Croácia. Além da enorme loja da Harley-Davidson Motorclothes, o evento contou com test-rides de diversos modelos, apresentação de motos customizadas, estúdios de tatuagem, área de alimentação, shows de rock e exposição de motos para vendas. Havia ainda um espaço exclusivo para os H.O.G. – Harley Owners Group, o clube dos proprietários de motos da marca.

Ao longo de seus 109 anos de existência, a Harley-Davidson estabeleceu relações com muitos outros segmentos. Esteve presente até mesmo nos principais conflitos armados da história. Na Segunda Guerra Mundial, a exemplo de outros países, o Brasil adquiriu motocicletas da fabricante. Os batedores das forças nacionais utilizam motos da marca até hoje e também estiveram no Rio Harley Days. Montados em seus modelos Road King, os militares brasileiros fizeram manobras em um circuito demarcado por cones e adornado por veículos blindados de combate ao fundo. A exibição de técnica e habilidade de motociclistas dos Fuzileiros Navais, do Exército e da Aeronáutica arrancou aplausos do público, que exaltava também a performance das máquinas.
Naturalmente – ou não –, a Harley-Davidson cresceu relacionada aos mais variados aspectos da cultura mundial, como a música – e principalmente o rock. Não são raras as aparições do emblema da marca em camisas de artistas e na plateia. Em 2012 o objetivo foi transformar o evento em um festival muito mais sonoro. “ Fizemos desta uma edição mais musical para atrairmos pessoas além dos proprietários de nossas motos ”, diz o diretor superintendente da marca no Brasil, Longino Morawski. No sábado, após shows de Rolling Stones cover e da Rio Rock & Blues Band, tocando clássicos de todas as épocas do estilo, o grupo mineiro Skank se encarregou de encerrar a programação. Com um repertório repleto de sucessos, a banda manteve os público de pé até o último minuto. No dia seguinte a missão coube ao paulistanos do Ultraje a Rigor.
O Rio Harley Days teve mesmo cara de festival de rock. Mas evidentemente a marca não esqueceu de um dos principais objetivos da ação: conquistar novos clientes. “ Trazer fãs do motociclismo em geral aumenta as chances de eles se apaixonarem pelo universo Harley e se tornarem nossos clientes ”, explica Longino. Por isso, uma espécie de showroom também foi montado, misturando exposição de modelos com ponto de vendas. Os visitantes podiam ver de perto cada um dos modelos da Harley-Davidson e até mesmo posar para fotos sobre duas rodas. No mesmo salão, consultores realizavam vendas, com condições especiais de financiamento.
Segundo o vice-presidente geral de merchandise da Harley-Davidson, Patrick Smith, a marca vê o Brasil como um importante mercado dentro de um contexto mundial. “ Temos um plano de crescimento global e o Brasil é um país-chave nessa estratégia ”, afirma. A empolgação de Patrick é justificada pelos números. De acordo com a Fenabrave, a marca vendeu 4.322 motos em 2011. Neste ano, apenas no acumulado de janeiro a agosto, já foram comercializadas 4.438 motocicletas. Caso seja mantida a média de 550 unidades vendidas por mês, o ano de 2012 vai superar os 6 mil emplacamentos projetados pela subsidiária brasileira.
Se o Brasil é importante para o crescimento mundial da empresa, o Rio Harley Days tem papel fundamental no aumento da presença da marca no mercado nacional. Para a fabricante, o caminho a ser trilhado passa por atrair cada vez mais público para o evento. Neste ano, foram vendidas 60 motocicletas nos três dias de Harley Days na Marina da Glória, no Rio. A única concessionária da marca na cidade vende mensalmente 100 unidades. Entre os maiores mercados da fabricante no mundo, o Brasil fechou o ano de 2011 na 8ª posição. A expectativa é encerrar 2012 no 5º lugar. Para isso, a Harley-Davidson explora a imagem que criou. E lança a isca, combinando acordes de guitarra ao ronco dos motores.
Veja mais: Harley-Davidson revela novidades para 2013
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Skank embala encontro de apaixonados por Harley-Davidson na Marina da Glória

Esta é a 2ª edição do evento no Rio, que deve reunir 45 mil pessoas até domingo

 

Apesar do sol forte na zona sul do Rio de Janeiro neste sábado (15), motociclistas não dispensam as roupas grossas e jaquetas de couro, que fazem parte do “fetiche” Harley-Davidson. Neste final de semana, a Marina da Glória virou a capital mundial dos apaixonados pelas motos da marca americana.

Centenas de máquinas estilizadas lotam o estacionamento

Depois de a primeira edição do Rio Harley Days reunir cerca de 30 mil pessoas em 2011, os organizadores do evento pretendem alcançar a marca de 45 mil ao longo deste final de semana. A banda Skank deverá atrair ainda mais público para local com um show que fecha a programação neste sábado, às 22h30.

Antes disso, os participantes do encontro podem assistir à competição de motocicletas customizadas – a partir das 16h – ou circular pelas diversas áreas temáticas do espaço, como as tendas de exposições, feira de produtos e outras. Haverá também o show de uma banda cover de Rolling Stones, às 18h.

Neste domingo (16), a expectativa é de que cerca de 1.000 motocicletas desfilem pelos principais pontos do Rio de Janeiro. A concentração dos participantes será às 10h na Marina da Glória.

Os ingressos de meia-entrada variam de R$96 a R$142, mas para ganhar o desconto é preciso levar 1 kg de alimento não perecível ou uma lata de leite em pó. Menores de idade precisam estar acompanhados pelos responsáveis (o ingresso é grátis para menores de 12 anos).

Neste segundo dia de festival, os portões ficam abertos até 1h da madrugada deste domingo. Depois, voltam a abrir das 10h da manhã e fecham às 20h.

Rio Harley Days

Festival atrai apaixonados por motos Harley-Davidson

Divulgação
Rogério Ducasble
Rogério Ducasble
 
Nasi foi uma das estrelas na noite de sexta-feira (15), dividindo o palco com uma bonita máquina pintada em vermelho e preto. Neste sábado, a banda Skank fechará a programação, às 22h30

Harley faz evento no Rio e quer bater recorde de vendas

Estacionamento exclusivo da Harley com o belo Pão de Açúcar ao fundo

Sexta-feira nublada no Rio de Janeiro. Céu encoberto e remota possibilidade de chuva. Para o final de semana tempo bom, sol e temperaturas em elevação, entre 25 e 30ºC. Não é um boletim do tempo, mas foi cercada de muita expectativa que começou a segunda edição do Rio Harley Days, que acontece até 16 de setembro na Marina da Glória (SP). O evento motociclístico, que passa a fazer parte do calendário oficial da capital carioca, deve atrair nos três dias um público superior a 30 mil pessoas – entre proprietários de motos Harley-Davidson, entusiastas da marca e fãs do motociclismo.

O evento começou logo com um destaque: o Brasil assumiu a segundo lugar nas vendas das motos da família V-Rod em todo o mundo. Empurrando a Alemanha para o terceiro posto e ficando atrás apenas dos Estados Unidos. “Se em números absolutos somos os segundos, em percentagem assumimos o primeiro lugar entre todos os países que vendem H-D V-Rod. No Brasil, a linha representa 10% do total de vendas do mix da marca. Só para reforçar a força dos modelos da família mais radical, entre janeiro e agosto foram emplacadas 449 unidades”, contabiliza analisa Longino Morawski, diretor-superintendente Comercial da Harley-Davidson do Brasil.

A marca também está prestes a bater seu recorde de vendas. Nos primeiros oito meses do ano a marca já licenciou 4.438 unidades, segundo dados da Fenabrave. O recorde é de 5.200 unidades, número registrado em 2008. Pelo andar da carruagem, até o final de outubro a H-D ultrapassará a marca e cravará novo recorde em vendas no Brasil. Com este resultado, a subsidiária brasileira passa ser a quinta em volume de vendas globais, perdendo apenas para os Estados Unidos, Japão, Canadá e Alemanha. A previsão da marca e fechar 2012 com pouco mais de 6 mil motos emplacadas.

Jaqueta itinerante

Longino Morawski veste a jaqueta itinerante

No Rio Harley Days, também há uma jaqueta itinerante para comemorar os 110 anos da marca. A peça, ícone entre os motociclistas, simbolizará e registrará a experiência de motociclistas ao redor do mundo. A tradicional jaqueta de couro que está no Rio Harley Days já passou por China, Tibet e ainda percorrerá cerca de 20 países até chegar finalmente na big party que acontecerá no QG da Harley, em Milwaukee (EUA), onde será entregue a Willie G, neto de um dos fundadores da H-D. A ideia é que em cada país, a peça receba uma pintura ou adesivo que marquem a sua passagem por lá e a “lembrança” do Brasil será escolhida neste final de semana, no Rio de Janeiro.

Ness final de semana ainda estão previstos shows do Skank, Ultraje a Rigor, Rock Session, Rockstock, além dos covers do Rolling Stones e Elvis Presley. A programação do evento contará também com concursos de motos customizadas, “marcha lenta” e demonstração de manobras com os batedores do exercito, além de um espaço dedicado às crianças com foco na educação de trânsito, sustentabilidade e reciclagem. A Harley-Davidson Brasil está oferecendo 19 motos (de todas as linhas) para test-drive. (por Aldo Tizzani do Rio de Janeiro)

Os modelos militares marcam presença no evento

 

Restauracao de uma RD 350 antiga – Viuva Negra

Clik na imagem e assista o slaide show 
E assim ela ficou depois de finalizada…

A RD350 já era conhecida na metade da década de 70, quando ela causava sensação ao andar junto com a Honda CB750.

De aparência pouco esportiva a antiga RD350, apelidada de “Viúva Negra”, tinha muita potência e pouco peso. Mas ao se rever o passado da RD350 não é apenas na década de 70 que suas origens aparecem pela primeira vez, e sim muito antes, mais exatamente em 1957 no Japão, confundindo-se com a própria história da Yamaha.

A primeira Yamaha RD era exclusivamente para competições. Ela foi criada para competir no Campeonato Mundial de Velocidade de 1961 e se chamava RD48. Nessa época, o R significava Racing e o D significava a cilindrada de 250 cm³, embora a RD48 tivesse exatos 246 cm³. No ano seguinte, a nova RD56, de cilindrada um pouco maior, de 249 cm³ (56 x 50,7 mm) e câmbio de seis velocidades, passou a competir no mundial.

Nas ruas existiam dois modelos de passeio muito populares em todo o mundo, a Yamaha DS7 (DX250 no Japão) e a Yamaha R5 (RX350 no Japão). A R5 foi a Yamaha mais conhecida no Brasil no início da década de 70. Ela possuía um motor de alumínio de 349 cm³ com cinco janelas de transferência, e em 1972 a moto ganhou freio a disco dianteiro.

Da união dessas duas motocicletas nascia a linha RD, com a 250, a 350 e as menores RD90, RD125 e RD200. Mas foi a RD350, surgida em 1973 que conquistou definitivamente o coração dos brasileiros.

A sigla RD, nessa época, ficou mais conhecida como Road Double, uma alusão à motocicleta estradeira e ao motor de dois cilindros. Mesmo sem ser oficial essa interpretação da sigla RD era confirmada pela sigla de outra linha produzida paralelamente pela Yamaha, que tinha motor monocilindrico: as RS (Road Single).

A Yamaha RD350B veio em 1974. Tinha potência de 39 CV, câmbio de seis velocidades, cilindro com sete janelas de transferência e a nova válvula de palhetas no coletor de admissão. Em 1976, já fora do alcance dos brasileiros devido à proibição das importações, a RD se transformava em RD400, que tinha entre outras inovações um freio traseiro a disco. A RD400 recebia mais inovações: em 1979 ela se parecia cada vez mais com o modelo seguinte, de linhas arredondadas, roda de liga leve, 40 CV de potência e ignição eletrônica.

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A chegada das RDs na decada de 70 ao Brasil.

A chegada das RDs na decada de 70 ao Brasil.

Propaganda de 1974

Propaganda de 1974
Hoje achamos engraçado o tipo de propaganda da época!

Foldem original

Foldem original
Essa é a YAMAHA RD350A 1974.

Yamaha RD350A

Yamaha RD350A
Quando ela chegou ao Brasil na década de 70 eu era apenas um adolescente, como vários amigos que perdi pilotando essa motocicleta a grande maioria entre 16 e 20 anos. na realidade a maioria não estava preparada pra a RD350. Uma moto leve, forte e que entregava toda a potencia aos 5.000 RPM.

A Yamaha RD350A

A Yamaha RD350A
Nesta foto tinha acabado de fechar o negocio com o ex proprietário, ainda em BH. consegui uma pick-up currier emprestada do grande amigo Sergio proprietário da Rio Sul motos, revenda autorizada Suzuki

A chegada em casa.

A chegada em casa.
Aqui já em casa, depois de dirigir 1.500km durante 20 horas

A surpresa

A surpresa
Agora com mais calma olhei com olhos de ver o estado geral da RD, percebi que ela esta muito inteira e poucos itens nao sao originais, ex. retrovisores de resto tudo é original.

A kilometragem

A kilometragem
O velocimetro mostra a kilometragem original da RD. afinal eu sou o segundo dono!

A pequisa

A pequisa
Uma das primeiras coisas que costumo fazer antes de restaurar uma clássica, é fazer uma pesquisa detalhada de tudo que for possível, portanto já consegui tudo o que queria part list, diagrama elétrico, manual de serviço, manual do proprietário etc…

Diagrama eletrico.

Diagrama eletrico.
Uma das coisas que eu considero mais critica em uma restauração é o sistema elétrico. Ele pode colocar tudo a perder… Portanto já consegui o diagrama elétrico original da Yamaha RD350 (AC)

Modificaçoes;

Modificaçoes;
O sistema elétrico da RD350A é de concepção antiga e esta e muito superado nestes 34 anos. Portanto vou torná-lo atual e confiável.

O CDI

O CDI
Com a utilização do CDI torna-se o sistema elétrico mais atual e confiável, CDI ( capacitor descarge ignition) ou ignição por descarga capacitiva. Eliminam-se definitivamente os platinados. Causadores de muita dor de cabeça na RD350.

diagrama do CDI

diagrama do CDI
Este é o diagrama do CDI, observe que ele é de concepção simples porem eficiente!

O CDI em estado solido.

O CDI em estado solido.
O CDI usado é esse observe que ele tem 4 fios.

O magneto!

O magneto!
O magneto que substituirá o original da RD350 é de concepção extremamente simples. Uma bobina de luz, uma bobina de faísca e um sensor ou (trigger)

Assim funciona o magneto, duas bobinas no estator e um sensor, no volante ha 4 imas de polarizados a 180 graus. 

estator

estator
Observe o estator composto de mesa, bobina de luz, bobina de faísca e sensor ou trigger.

O retificador

O retificador
È composto por uma ponte de 4 diodos retificadores, observe o funcionamento: entra tensão alternada e sai continua!

Retificador em estado solido

Retificador em estado solido
Este é o retificador usado, observe o descipador de aluminio para a refrigeraçao!

O diagrama eletrico

O diagrama eletrico
Este é um diagrama elétrico simplificado e como é seu funcionamento, Haja vista que será retirado todo o chicote original e a mesa com platinados, e será instalado um novo chicote com o sistema de ignição eletrônico feito através de descarga capacitiva.

A demontagem

A demontagem
nas fotos que seguem, começo a desmontagem da RD

A trazeira

A trazeira
Desta vez comecei a fazer a desmontagem pela parte traz. da moto.

Parcial

Parcial
A desmontagem esta parcialmente pronta.

Motor fora.

Motor fora.
Já desmontei praticamente tudo e o motor já esta fora do chassis.

O banho.

O banho.
Depois de dar um banho com a maquina de lavar de alta pressao, comecei a aplicar removedor para tirar toda a tinta do chassis

ferrugem

ferrugem
Observo que há pequenos pontos de ferrugem no chassis, por isso gosto de usar removedor pastoso. toda a tinta sai e mostra na realidade a verdadeira situaçao.

O removedor

O removedor
Com ele não sobra nada de tinta, fica na chapa. Agora, ele é extremamente perigoso de se manusear. Que obrigatoriamente usar luvas, óculos de proteção e mascara. o produto ao contato com a pele queima (é um acido) e na tampa tem um aviso: cuidado ao abrir . pode haver formação de gases e a tampa pular ao abrir. Apesar de ser perigoso o manuseio, é extremamente eficaz.

Quase tudo removido

Quase tudo removido
Aqui a tinta esta quase que totalmente removida, não gosto de jatear o chassis, acho que machuca muito

90% removida

90% removida
A tinta já esta quase que toda removida, agora é um trabalho mais minucioso, a verificaçao de todas as soldas e possiveis pontos de ferrugem. 

telescopios

telescopios
removi a tinta preta que havia nos telescopios. originalmente eles sao escovados e nao pintados, aproveitei e troquei os retentores e o oleo.

retentores do telescopio

retentores do telescopio
consegui os retentores O&M Yamaha

Oleo das canelas

Oleo das canelas
usei o Motul Fork oil 15W, é um oleo sintetico de otima performace, já tinha utilizado ele antes na minha Suzuki Bandit 1200N e gostei muito do resultado. na RD350 a medida de oleo é 145cc em cada canela.

roda dianteira

roda dianteira
Na roda dianteira, coloquei pneu traz da CG assim como a camara de ar. troquei os rolamentos e a folha de aro . os raios já estavam cromados e em perfeito estado.

rolamentos

rolamentos
os rolamentos usados na roda dianteira da RD350 sao os 6303

mesa superior

mesa superior
a mesa superior já foi pintada, os parafusos foram trocados assim como as porcas e arruelas.

Disco de freio

Disco de freio 
O primeiro problema serio, Após remover a tinta original, descobri varias rachaduras e trincas em toda superfície da base do disco de freio, jamais seria possível de visualizar se não tivesse removido toda a tinta original. Por isso é importante quando se restaura uma moto com mais de 30 anos, remover toda a tinta original pra ver o que na realidade há por baixo dela. Clik na foto e assista o slaid show.

manifold oleo de freio diant.

manifold oleo de freio diant.
Essa peça é o manifold do óleo de freio diant. Observe o interruptor de freio diant onde fica localizado. O óleo entra por cima e sai por baixo. Quando o freio é acionado a pressão de óleo aumenta fazendo a cebolinha fechar os contatos acendendo assim a luz de freio. Desmontei tudo, limpei e pintei o sistema.

reservatorio de oleo de freio diant.

reservatorio de oleo de freio diant.
Já providenciei o reservatório de óleo original da RD350A, até que ele chegue, desmontei e pintei esse que este funcionado bem. É provisório, mas todo cuidado é pouco em uma moto que anda muito e o freio é sub dimensionado!

amortecedores traz.

amortecedores traz.
O amortecedor traz. Estavam danificados, optei então por usar os da CB500, são exatamente iguais aos da RD350. Comprei um par novo! Mais num futuro não distante, pretendo colocar um par de amortecedores ohlins.

Amortecedores Ohlins

Amortecedores  Ohlins
Estes são os amortecedores que vou colocar na RD350. Tem regulagem de pressão da mola e retorno de óleo e são pressurizados com nitrogênio. Na década de 70 o que havia disponível e era caríssimo eram os amortecedores Marzocci. Hoje os Ohlins são os melhores que existem.

Variable Damper

Variable Damper
Essas válvulas em minha opinião são excelentes, a suspensão da RD350 é de ação simples, e como não quero tirar a originalidade da moto, encontrei uma solução não visível mais extremamente importante se vc quiser ter uma suspensão eficiente. as válvulas são instaladas no interior das canelas e trabalham em conjunto com as molas que também são fabricadas pela OHLINS especialmente para a RD350.

sterring damper

sterring damper
O amortecedor de direção da RD350 era um acessório que não era muito comum de se ver. Na realidade eu nunca tinha visto. Só vim ter conhecimento dele através do meu amigo Miguel Ângelo, que tem um instalado na RD350 dele. Já estou providenciando um também através do meu amigo. Esse amortecedor não tem regulagens externas. E trabalha com óleo no seu interior.

a buzina

a buzina
Essa é a buzina original da RD350, uma curiosidade… Procurei muito aonde a buzina era instalada e não achei nem no part-list da moto. Então tive que apelar para o mestre! Liguei para meu amigo Miguel Ângelo perguntando aonde era instalada a buzina no lugar original. Então ele me nadou uma foto e através dela achei o bendito lugar.

o esconderigio….

o esconderigio....
Através da dica do meu amigo Miguel Ângelo achei aonde é o lugar certo da buzina da RD350. Ele fica escondido lá dentro dos chassis embaixo do tanque e sob a mesa inferior de direção. No lugar de instalação na minha moto havia um rele, provavelmente de uma buzina tipo caracol…

descanço central

descanço central
Através do meu amigo Álvaro Manso da Bahia, consegui o descanso central da RD350. a minha estava faltando. e é muito importante essa peça por vários motivos, uma delas é a limpeza e lubrificação da corrente…

o pistao

o pistao
O estado dos pistões são excelentes, estão na medida 0,25 não vou retificar os pistões são originais Yamaha

Vazamento de oleo da caixa.

Vazamento de oleo da caixa.
Havia um pequeno vazamento de óleo da caixa. Imaginei a principio que era através de um dos retentores. Ou do pinhão ou da vareta da embreagem. No caso aqui não era nenhum dos dois. O vazamento era ocasionado pelo sensor do neutro, é uma peça plástica que foi aplicado aperto excessivo.

A lavagem.

A lavagem.
Optei por lavar o motor antes de mexer, usei uma lavadora de alta pressão para remover toda a sujeira.

limpeza

limpeza
Apos a limpeza fica facil identificar de onde o oleo estava vazando.

Rachada

Rachada
Aqui nessa foto da pra observar bem as rachaduras causadas por excesso de aperto dos parafusos. Um absurdo não ha necessidade de apertar demais essa peça já que ela tem somente a função de interruptor do neutro e trabalha com oring de vedação.

O interruptor

O interruptor
Aqui efetivamente é aonde é aficionada a peça danificada. Na ponta do eixo secundário.

pintura

pintura
Comecei a fazer a pintura dos cilindros e dos cabeçotes. Usei preto 600 graus aplicado com pistola de media pressão. O tempo da cura é de 24 horas a temperatura ambiente, mais o resultado final é excelente!

cilindro e cabeçote

cilindro e cabeçote
Aqui o cilindro e o cabeçote já esta prontos, procurei seguir o padrão original da pintura. Observe que as aletas são polidas apos a pintura! Removi a tinta das aletas usando uma micro retifica Demmel

Parafusos cabeçote

Parafusos cabeçote
Optei por polir a cabeça dos parafusos que ficção o cabeçote. Originalmente eles eram polidos, portanto voltou a ser como eram!

A diferença

A diferença
Aqui podemos observar a diferença entre os dois cilindros, o da esquerda já esta pronto e o da direita ainda esta por terminar. É claro a diferença entre os dois. Da um pouco de trabalho mais sem sacrifícios não tem graça!

Cabeçotes

Cabeçotes
Aqui podemos observar a diferença entre o cabeçote finalizado e o a finalizar. Aproveitei e fiz um trabalho de acerto nos cabeçotes usando uma lixa sobre um vidro aonde ele fixado ao cilindro!

descanço central

descanço central
hoje chegou do USA o descaço central que estava faltando. consegui compra com a ajuda do meu amigo Alvaro Manso.

engrenagem de 6 marcha

engrenagem de 6 marcha
A RD estava com um problema na sexta marcha, às vezes em alto giro ela desengatava e caia no neutro. De posse do part list dei uma verificada e passei à procura a engrenagem. Por sorte meu amigo Álvaro encontrou pra mim no USA, a engrenagem é nova e original, ou seja, dei muita sorte mesmo, mais um ponto pro Álvaro!

A caixa de marchas

A caixa de marchas
Através do manual de serviço e do part-list, identifiquei as engrenagens e fiz uma ilustração mostrando cada engrenagem e a qual marcha ela pertence.

o chassis

o chassis
O chassi da Rd. já esta preparado para receber a pintura. Utilizei removedor pastoso para retirar toda a tinta velha, depois disso dei um banho nele com um produto que estanca a ferrugem definitivamente. se chama galvanoplastia. Optei por usar um primer galveredi especial para aplicação de tinta a base de poliuretano bi composto!

tampas do motor

tampas do motor
Nas tampas do motor, também usei o removedor pastoso que retira tudo mesmo, após isso também foi aplicado primer galveredi e a tinta aplicada é também a base de poliuretano bi componente na cor preto cadilac, apos todo esse processo, é aplicado o verniz também a base de PU. o resultado final é maravilhoso!

o brilho

o brilho
Aqui da pra se ter uma Idea de como esta ficando o resultado final da pintura das partes do motor. O brilho é realmente lindo.

Copos dos instrumentos

Copos dos instrumentos
A mesma tinta que foi aplicada no painel foi aplicada nos copos que cobrem os instrumentos. Ele da um acabamento acetinado as peças. Eu acho muito importante seguir o padrão original, às vezes simples detalhes fazem a diferença entre uma restauração e uma excelente restauração!

O sistema de igniçao

O sistema de igniçao
Chegou enfim todo o sistema de ignição que vou colocar na minha RD350A 1974, eu acho desnecessário preservar os platinados que é uma verdadeira dor de cabeça. Principalmente aqui na minha cidade que é muito úmido (angra dos reis). Agora ela irá funcionar com ignição por descarga capacitiva e CDI digital e programável. a primeira vista parece um bicho de 7 cabeças, mais pra mim que trabalho com eletrônica e muito fácil, é claro que para quem acha que ha é só instalar e pronto! Não é bem assim, existe um macete na hora da instalação. Optei por colocar tudo novo, alias é a melhor marca do mundo. Se o sistema elétrico não estiver 100% pode colocar todo o trabalho a perder.

A bobina

A bobina
Observe que a bobina é uma só e vai substituir as 2 que haviam, o sistema funciona muito bem mesmo, antes de desmotar minha RD pra restaurar, eu instalei um prototipo e testei, ficou exelente, o motor pega na primeira semprecisar puchar o afogador ou colocar a mao no acelerador….

O achado….

O achado....
dando uma vasculhada em uma loja de moto muito antiga da minha cidade, descobri guardado na prateira a mais de 30 anos uma verdadeira raridade, pelo estado das caixas da pra se ter uma idea do tempo que elas ficaram esquecidas…. o que tem dentro??? olhe na foto abaixo!

Os pistoes

Os pistoes
Isso mesmo, nao um mas, 2 jogos de pistoes originais Yamaha da RD350 air cooler. estavam perdidos em uma prateira a mais de 30 anos… e eu os achei. sao 1 jogo na medida 0,50 e outro jogo na medida 0,75 . estao completos com aneis de segmento, pino, travas e rolamento de agulhas.

Pistao novo!

Pistao novo!
Eu nao vou retificar os cilindros porque a moto só tem 15.000km rodados e as folgas estao dentro do padrao, mais nao poderia deixar passar os pistoes que sao uma raridade a parte. vou de novo na loja do meu amigo, e agora vou vasculhar tudo mesmo, tenho certesa que tem por lá pedido em alguma prateleira, bielas, rolamentos, retentores e muita coisa da RD350 air cooler. o que tiver vou arrematar tudo. observe a parte superior do pistao, ela é menor que o resto, e quando o pistao esta no cilindro da pra ver o anel de segmento superior

Aneis de segmento

Aneis de segmento
uma curiosidade são os aneis de segmento da RD350 air cooler, sao 2 aneis de compressao e 1 anel que trabalha por baixo do anel inferior, funciona como uma mola empurrando o anel contra o cilindro!

corrente de transmissao

corrente de transmissao
uma das coisas que nao gosto de brincar sao, corrente de trasnsmissao e pastilhas de freio. portanto optei por comprar uma das melhores correntes do mercado para colocar na RD. uma D.I.D uma corrente muito confiavel!

o chassis

o chassis
finalmente terminei a pintura do chassis, deu trabalho mais o resultado final valeu apena.

todas as peças…

todas as peças...
Finalmente terminei a pintura de todas as peças da RD. Nao diferente do chassis elas deram trabalho mais o resultado fnal valeu apena. afinal restauraçao sem trabalho nao é restauraçao.

Os rolamentos das rodas

Os rolamentos das rodas
Nas rodas troquei os rolamentos, optei por colocar rolamentos blindados. poli os cubos, torquei os aros, cromei os raios e coloquei pneus e camaras de ar novos. os coxins da coroa estao perfeitos e nao foi preciso trocar.

Base do painel

Base do painel
Na base do painel assim como nos copos dos instrumentos, foi aplicado uma tinta diferente. o preto vinilico que é especialmente desenvolvido para pintar em cima de peças cromadas. portanto a tinta agarra e muito sobre qualquer superficie. estou seguindo o padrao original como era na epoca do laçamento da minha RD350 da pra perceber a difença de acabamento entre as 2 tintas se compararmos o painel e o suporte das pedaleiras que esta a esquerda da foto.

A montagem

A montagem
Comecei a montagem da RD350. nessa fase todo cuidado é pouco para nao arranhar nada e fixar todas as peças no lugar certo. as veses me pergunto, que tipo de pessoa desmonta uma moto inteira, guarda todas as peças, porcas e parafusos na memoria e remonta tudo sem nunca antes ter feito isso??? isso se chama paixao pelo que faz!

colocando o motor no chassis

colocando o motor no chassis
eu optei por colocar o motor no chassis semi desmontado. assim fica mais facil de montar no lugar, já que o bloco esta fixo no chassis. a suspençao diant. e traz tambem já esta instalada.

O interruptor do neutro

O interruptor do neutro
Atravez da informaçao do meu amigo Miguel Angelo comprei o Interruptor da RD350LC que é o mesmo da RD350AC. foi um alivio, eu ja estava preocupado em procurar no USA um desses mais nao foi preciso ir tao longe. comprei-o na loja do meu amigo Ralf da Ralf que sempre tem coisas boas de yamaha e outras marcas.

interruptor instalado

interruptor instalado
Finalmente ele está instalado no lugar. Ao contrario do que se pensa, nao é preciso apertar ele com chave de impacto. basta apertar os parafusos de forma moderada. o que irá vedar o oleo nao é o aperto mais sim o orring de vedaçao que esta por traz do interruptor.

Montagem do motor

Montagem do motor
Já coloquei os pistoes, cilindros, cabeçotes e tampa do motor do lado direito. fica realmente muito mais facil de montar o motor fixado no chassis.

O painel

O painel
Dei uma geral no painel de instrumentos. Limpei os mostradores do velocimetro e contagiros e lubrifiquei as engrenagens. ja estou providenciando a plaqueta que fica instalada no painel.

Os cabos

Os cabos
Consegui todos os cabos da RD na loja do Ralf. velocimetro, contagiros, embreagem e o cabo do acelerador completo. consegui tambem a bateria da RD tudo na loja do Ralf que é um verdadeiro paraiso

O filtro de ar

O filtro de ar
Optei por usar o elemento filtrante da K&N ja que minha rd estava sem a caixa do filtro de ar.

a imponencia

a imponencia
Eu acho o motor da RD350 (AC) extremamente imponente! de concepçao simples porem avançado pra sua epoca. na realidade eu gosto muito da combinaçao do preto e prata! ainda falta colocar a plaqueta da tampa do motor aonde vai escrito YAMAHA.

Adeus platinados

Adeus platinados
Esta é a nova igniçao da RD, como já havia comentado, platinados sao a dor de cabeça da RD350. Agora ela funciona com igniçao eletronica e CDI reprogramavel. é claro que nao é só colocar a igniçao e pronto. requer uns macetes e truques pra que ela funcione !

O rotor

O rotor
Resolvi colocar o rotor original Yamaha, ao meu ver funciona de forma mais precisa e sem variaçoes. e a melhor marca do mundo é o original e novo!

O ponto

O ponto
O BTDC da Yamaha RD350 é de 2mm do PMS fiz uma marca usando marcador industrial para que possa facilitar o ajuste do avanço usando a luz estrosboscopia! na realidade quem faz o avanço é o CDI. mas eu sempre gosto de confirmar isso usando o strobo para que possa vizualizar o avanço com o motor funcionado. veremos isso mais adiante…

O bagageiro

O bagageiro
Consegui encontrar o bagageiro da RD, ainda nao sei se vou deixa-lo instalado. bem que na verdade ele é muito util em viagens!

O amortecedor de direçao.

O amortecedor de direçao.
The sterring Damper, esse é um acessorio original da Yamaha RD350 air cooler, ele é igual a cabeça de bacalhau . Todo mundo sabe que existe mais ninguem ve por ai… todo merito desta peça ter vindo parar nas minhas maos é do meu amigo Miguel Angelo Quaggio. O gran Master das RDs ao meu ver. aliás foi inspirado nas restauraçoes dele que comecei a mexer com classicas.

Amortecedor instalado.

Amortecedor instalado.
Esse é o lugar aonde vai instalado o amortecedor de direçao da RD350 air cooler, em baixo da coluna de direçao. ainda nao sei se ele ja vinha na moto originalmente ou se era um acessorio que era vendido separadamente. o fato é que ele é importantissimo pra quem gosta de acelerar forte sem medo de surpresas por conta de um kick back…

Base do disco de freio

Base do disco de freio
Mais um que devo agradecer ao meu amigo Miguel Angelo, observei depois de remover a tinta velha da base do disco de freio, que havia varias rachaduras por fadiga do material. Podendo inclusive se desintegrar ao frear de uma forma mais brusca! entao fiquei apreencivo em achar uma nova peça, entao recorri ao MIguel que tinha uma peça guardada e nao pensou 2 vezes em mandar pra mim! agora vou limpar, pintar e instalar no lugar da peça danificada. 1000 pontos pro Miguel Angelo!

A surpresa

A surpresa
Hoje de manha chegou o carteiro…. o que seria???????????

O presente.

O presente.
Quando vi o remetente já comecei a sorrir de imediato… eu havia comentado com meu outro amigo Alvaro Manso que estava precisando de algumas peças para meu prejeto com a RD350. ele havia me comentado que tinha algumas das peças…. vamos ver a seguir!

As peças.

As peças.
O Alvaro me mandou de presente varias peças que eu estava precisando. Eu nem acreditei quando vi. na verdade fiquei sem palavras e confesso que me deixei tomar pela emoçao! é logico que as peças sao muito importantes. Mas o mais importante foi a atitude dele. ao meu ver sao nos pequenos gestos que se mostra verdadeiramente o quão sencivel, é uma pessoa! eu siceramente nao esperava ganhar essas peças, ainda mais de uma pessoa que só conheço virtualmente. é o caso dos 2 o Alvaro Manso da Bahia e o MIguel Angelo de sao paulo.

Olhos de gato

Olhos de gato
junto com o presentao que o Alvaro me mandou veio um par de olhos de gato originais Stanley que estavam faltando na minha RD350

As manetes

As manetes
As manetes novas tambem vieram junto com o pacote que o Alvaro mandou..

Comando deInterruptores esquerdo

Comando deInterruptores esquerdo
Tambem veio com o pacote de peças que o Alvaro me mandou!

A vareta de oleo

A vareta de oleo
Veio tambem no pacote a vareta de oleo 2 tempos original e nova que estava faltando na minha RD350

Tomada de oleo 2 tempos

Tomada de oleo 2 tempos
Tambem veio com o pacote que o Alvaro mandou, tambem estava faltando na minha RD350 essa peça.

Os punhos

Os punhos
E por fim veio tambem no pacote que o Alvaro mandou, os punhos Bombata para a RD350 peças novas e sem uso! eu sinceramente nao consigo encontrar palavras para agradecer ao Alvaro Manso por esse presentão. sinceramente eu nao esperava. e fiquei feliz da vida, porque pela primeira vez na minha vida alguem me ajudou e sem pedir nada em troca! e ainda por cima uma pessoa que nao conheço pessoalmente. quero aqui agradecer de todo coraçao ao Alvaro Manso e ao MIguel Angelo Quattio, por tanta generosidade, atençao e senso de ajuda, tenica, material e moral! a minha primeira restaurçao que foi das velosolex eu dediquei ao Burt Munro, o homem que bateu o recorde mundial de velocidade em 1960 com uma velha indian, a segunda restauraçao eu dediquei ao meu querido e saudoso avô. que foi motociclista , e pilotava uma Matchless 500cc e me ensinou a amar as motos. e essa restauraçao em particular eu dedico aos meus 2 amigos que por enquanto sao virtuais o Alvaro e o MIguel, espero que ao final da restauraçao eu tenha uma foto com nos 3 junto da RD restaurada!

A eletrica

A eletrica
Já instalei todo o sistema de igniçao assim como o chicote eletrico que é 0km. agora falta pouco…espero terminar essa etapa essa semana!

Torneira de combustivel

Torneira de combustivel
A torneira que esta instalada na minha RD é de outra moto, portanto vou colocar uma torneira que tem haver com a da RD350 air cooler.

Torneira de combustivel

Torneira de combustivel
Se me lembro bem, 2 coisas que sempre davam problema em todas Yamahas na decada de 70 erammiolo de Igniçao e torneira de combustivel desde novas ja apresentavam problema…

Mikuni

Mikuni
Optei por colocar a torneira de combustivel da Mikuni que é uma respeitada marca Japonesa !

Os conectores

Os conectores
Uma das coisas que prezo muito é o acabamento. portanto um sistema eletrico bem feito e bem acabado é isento de falhas

O soprador termico

O soprador termico
Com o espaguete retratil e a ajuda do soprador termico o acabamento fica exelente e com boa apresentaçao…

Acabamento

Acabamento
Assim fica o acabamento final usando o conector certo e espaguete termo retratil, eu penso que se vc faz uma restauraçao e nao se preocupa com o sistema eletrico vc esta cometendo um grande erro! o sistema eletrico pode colocar todo o trabalho de uma restaurçao a perder, o exemplo disso é um incendio ou a propria quebra do motor no caso de problemas com a igniçao.

Teste de continuidade

Teste de continuidade
Eu sempre que faço um sistema eletrico, me preocupo em medir a resistencia homica de cada contato. ou seja meço a resitencia de todos os interruptores que estao no circuito e da igniçao. se houver resistencia maior que 0 hms é sinal de problema e tem que ser corrigido. para isso uso um equipamento de ponta e altamente confiavel. um Fluke digital e profissional.

Os emblemas

Os emblemas
chegou hoje pelo correios os emblemas que comprei na Skill emblemas. estava ancioso aguardando…

Painel instalado

Painel instalado
finalmente o painel esta instalado e com a plaqueta aficçada no lugar.

O banco

O banco
enfim ele chegou….

A embalagem

A embalagem
Abri a embalagem com cuidado…mas ancioso para ver logo como ficou o trabalho final….

simplesmente lindo

simplesmente lindo
Por indicaçao do meu amigo Ralf, da Ralf motos mandei o banco para o ERÊ no rio de janeiro.levei o banco pessoalmente. quando cheguei fui atendido pelo proprio ERÊ, e ele ja foi falando hiii isso ta horrivel…tem que trocar tudo…posso abrir???? ja foi pegando um stilhete e rasgando a capa do banco…fiquei meio sem entender , e ele falou ! meu filho já estou com quase 70 anos e depois que eu morrer acabou tudo… no rio de janeiro eu sou o unico que faz isso e faço bem feito! faço bancos de motor a mais de 25 anos…

O acabamento

O acabamento
O ERÊ é simplesmente o melhor que conheço no que se refere a restaurar bancos de classicas. tiro o chapeu pra esse senhor de voz firme e muito simpatico!

A propaganda

A propaganda
A melhor propaganda é o trabalho bem feito, talvez seja por isso que na fabrica do Erê no rio de janeiro, esteja sempre cheia de gente de todos os lugares. fica aqui registrado os meus parabens para o Erê bancos e toda sua equipe de profissionais!

Proxima e ultima etapa.

Proxima e ultima etapa.
A ultima etapa da restauraçao da RD350 é a pintura. eu particularmente acho linda a pintura e o grafismo da RD350 1973. Oh duvida cruel….. vou providenciar agora os logotipos originais, a tinta e providenciar a pintura no padrao 100%

Os retrovisores

Os retrovisores
Consegui os retrovisores originais da RD350 , eles chegaram hoje e estou ansioso para instalar logo

A tinta

A tinta
Depois de muita pesquisa e muito estress por conta disso, finalmente consegui encontrar a tinta original da RD350A 1974. foram varios meses procurando o Color Code e nao achava de geito nehum….

Suporte do disco de freio

Suporte do disco de freio
O suporte do disco de freio, estava rachado, vi isso quando removi a tinta. meu amigo Miguel Angelo mandou um pra mim, dei uma restaurada nele como vamos ver a seguir.

Preparaçao da base.

Preparaçao da base.
Depois remover a tinta velha, pintar e dar o acabamento com a dremmel, assim ficou o trabalho

Montagem da base do disco

Montagem da base do disco
Todo cuidado é pouco na montagem da base do disco de freio. Coloquei todos os parafusos novos e usei trava quimica de açao media.

A base pronta.

A base pronta.
Aqui o trabalho esta pronto. Dei um brunimento no disco de freio porque havia muitas marcas, eu gostei do resultado final.

Os carburadores

Os carburadores
Os carburadores da RD350A sao Mikuni VM28 os gigles originais sao 30 na baixa e 140 na alta, só que a 34 anos atraz,
nao havia 26% de alcool adicionado na gasolina. Andei pesquisando e descobri que na decada de 70 a maioria das pessoas
que andavam de moto e gostavam de acelerar usavam gasolina azul. Bom fiz uma pesquisa e descobri que a gasolina azul tinha
120 octanas e era usado chumbo para conseguir essa octanagem. Bom foi proibido o uso do chumbo por questoes obvias,
e na decada de 80 começava a ser usado o alcool. Com a adiçao de alcool foi preciso mexer na giglagem e etc…. bom sabendo
 disso tive que alterar a giglagem e passei o gigle da alta para 170# melhorou mais nao ficou como eu queria, entao resolvi usar
a mesma giglagem da RD350LC 30# na baixa e 240# na alta. Ficou perfeita é claro que o ponto tem que ser alterado de 20 para
18 graus, optei tambem por usar o tubo equalizador e os coletores da RD350LC porque a mistura de combustivel fica mais homogenia
e equalizada as palhetas do torque induction tambem troquei por palhetas de duplo estagio. Nao é porque minha RD350A tem 34 anos
que vou pilotar ela como uma vovó. Ela andará como uma nifeta!!!!

A torneira de combustivel

A torneira de combustivel
Eu havia optado por usar uma torneira Mikuni de saida simples diante da dificuldade de achar a original. Nesse meio tempo conheci mais um amigo virtual, desta vez de goias, ele me mandou de presente a torneira original e nova da RD350A. Diante deste gesto o minimo que eu poderia fazer é mandar pra ele de presente os retentores originais do telescopio da RD350A que ele estava precisando. Vou esplicar a importancia da torneira original, é claro que ela compoe a originalidade da moto, mas o item mais importante é o seguinte. A maioria das pessoas nao sabe ou nao se preocupa com um item importantissimo. A vazao de combustivel, se a vazao for menor que o necessario, os carburadores nao funcionaram direito e haverá falta de combustivel. Observe que a torneira da RD350A tem saida dupla, uma para cada carburador. A vazao é calculada da seguinte forma: VZ=2X(GA+GB) onde VZ é igual a vazao, GA é igual a gigleur de alta e GB é igual a gigleur de baixa. ou seja, A vazao da torneira de combustivel é a soma dos valores do gigleur de alta e de baixa multiplicados por 2. Tomado como base por base o carburador da DT180 aonde o gigleur de baixa é #30 e o de alta é #180 aplica-se esse valores na equaçao VZ=2X(180+30) VZ=2X210 VZ= 420 ele determina que a torneira de combustivel da DT180 deve ter uma vazao de 420cc por minuto. no caso da RD350 que tem 2 carburadores, o Guigleur de alta é de #250 e o de baixa é de #27,5 aplicando-se na equaçao VZ= 2X(250+250) + (27,5 + 27,5) VZ= 2X ( 500 + 55) VZ = 2X 555 VZ= 1.110 ml por minuto, A forma de medir a vazao é usar uma mamadeira e um relogio, abre-se a torneira e marca-se o tempo de 1 minuto. apos isso mede-se quantos ml entrou na mamadeira. é claro que se vc aumentar os gigleus vc precisa retrabalhar a torneira de combustivel!

O filtro de combustivel

O filtro de combustivel
A um filtro de combustivel interno na torneira de combustivel da RD350A, ele já é dimencionado pra a vazao necessaria. Nao se deve usar filtros na linha de combustivel sob o risco de diminuir a vazao de combustivel. Nesse caso, se optar por usar um filtro externo, haverá a necessidade de usar uma Fuel pump ou seja uma bomba de combustivel esterna acionada por vacuuo!

Os amortecedores Showa

Os amortecedores Showa
Depois de uma procura desesperada pelos amortecedores originais, e nao obtendo resultado. Coloquei momentaneamente 1 par de amortecedores paralalelos. Mas agora consegui os originais e Novos Showa, eu nao encontrava porque estava procurando os amortecedores da Marca Kayaba que eram usados na yamaha, aí descobri que na linha racing da decada de 70 eram usados os Showa e como originalmente a RD350 era uma derivaçao da linha TR eles usavam Showa e nao Kayaba . De posse dessa informaçao foi mais facil de achar porque agora eu sabia o que procurar.

amortecedores regulaveis

amortecedores regulaveis
Os amortecedores da RD350A sao regulaveis, ainda nao sei qual regulagem vai se adequar melhor pra mim que tenho 1,85cm e peso 75kg

A igniçao

A igniçao
Atravez do meu amigo Alvaro Manso consegui a igniçao original da RD350A, A yamaha sempre teve problemas na igniçao era um tal de perder chave a toda hora, na epoca me lembro que usava-mos um barbante para amarrar a chave no guidom.

farol original

farol original
O farol original é da marca Koito, e este apesar de usado esta muito novo.

Os originais

Os originais
Consegui os olhos de gato taseiros originais Stanley como pretendo colocar placa preta na minha RD os minimos detalhes fazem a diferença.

setas originais

setas originais
Consegui as 4 lentes de setas originais Stanley as minhas estavam rececadas

olhos de gato trazeiros

olhos de gato trazeiros
eles sao fixados junto com a placa da moto

os adesivos

os adesivos
Atravez do meu amigo Miguel Angelo consegui os adesivos RD350 torque induction que vao aficçados nas tampas laterais, agora esta faltando somente os logotipos Yamaha que ficam no tanque que ja estao chegando.

Parafusos do motor

Parafusos do motor
Estou seguindo a risca todos os detalhes minimos que sejam, havia colocado parafusos alem nas tampas do motor, mais agora consegui um jogo completo dos parafusos originais que sao philips bicromatizado.

Cromagem das peças

Cromagem das peças
Fiz a cromagem de todas as peças que sao originalmente cromadas, sem mais nem menos o resultado final ficou exelente e olha que sou detalhista ao extremo.

cromagemagem

cromagemagem
O acabamento ficou exelente, uma das coisa que me preocupei foi o cromo dos escapamentos, para que nao amarelassem, foi aplicado um banho de niquel ao invez de cobre nos escapes

palhetas do torque induction

palhetas do torque induction
Depois de perder a paciencia com as palhetas de aço, resolvi por colocar palhetas de duplo estagio de fibra. O funcionamento é melhor porque as palhetas sao mao leves e sensiveis a pressao.

Eixo da balança

Eixo da balança
Observei uma folga consideravel na balança, resolvi desmontar para verificar, o que descobri foi que em 34 anos ela nunca tinha sido lubrificada com graxa! resultado, o eixo se desgastou na posiçao das buchas ou seja o eixo da RD350A tem 16mm e aonde as buchas trabalham havia um desgaste de 0,5mm parece pouco mais no final da balança havia uma folga de mais de 5mm é o efeito alavanca. Nao tive outra opçao a nao ser usinar um novo eixo de aço patente.

A tinta original

A tinta original
A descoberta da cor e da tinta original foi uma verdadeira maratona! Depois de gastar uma grana com erros e mais erros, finalmente meu amigo Miguel Angelo comprou nos Estados Unidos uma orelha de farol nova e sem uso de uma RD350A na cor original que é Ruby Red metallic, e nao Candy red como vem sido divulgado em alguns sites e foruns. O Candy Red é a cor original da RD350 1973. O da RD350A 1974 é Ruby Red, bom o Miguel me mandou a rarissima orelha do farol pelo correio e de posse dela viajei por 300km até o Rio de Janeiro a procura de um tecnico em tintas que é considerado o melhor do Rio, chegando lá expliquei o que precisava, ele fez varios testes com espectrometro, medidor de cor digital e me garantiu que conseguiria reproduzir a tinta com mais de 90% de fidelidade, deixei a peça com ele e voltei prara angra! Uma semana depois recebi um telefonema dele e viajei de novo ao Rio muito ancioso, pois bem ele conseguiu reproduzir a tinta com 99,98% de fidelidade finalmente eu tenho a tinta original da Yamaha RD350A 1974 a RUBY RED METALLIC. Agora o procedimento de aplicaçao é outra coisa. O processo se chama tri cout e sao 3 tipos de tinta a ser aplicado mais o verniz. Posso garantir que hoje no Brasil que eu saiba só existe uma RD350A na cor original RUBY RED METALLIC e essa moto esta a venda em SP. Daqui por diante quem quiser a tinta original da RD350A é só entrar em contato via email robson_prudente@yahoo.com.br que mando a tinta, e o processo de aplicaçao!

codigo de cores originais RD 250,350 e 400 de 1973 á 1979

codigo de cores originais RD 250,350 e 400 de 1973 á 1979
Part number color code colour destination rd model year

A cor original é linda!

A cor original é linda!
A cor da minha RD350A 1974 que é Ruby red nao é exclusiva dela. Esta cor tambem saiu na Yamaha TX650A 1974. A cor é realmente linda observe a foto abaixo e para visualizar a fot em alta definiçao clik na foto!

mais peças chegaram dos Estados Unidos.

mais peças chegaram dos Estados Unidos.
Atravez do amigo Alvaro Manso consegui mais peças pra a RD que foram compradas nos estados unido como vamos ver a seguir…

Hastes do parlama diant

Hastes do parlama diant
estas sao as hastes do palama diant da RD, minha rd veio com o paralama dianteiro da Yamaha TX, já consegui o paralama diant original, presente do amigo Ralf do rio, ele estava amassado e sem as hastes, entao desamassei-o, mandeio cromar e agora chegaram as hastes originais.

travas da coroa

travas da coroa
Estas sao as travas dos parafusos que prendem a coroa, as minhas estavam pessimas. Nada como substituir por novas e originais.

borracha do filtro

borracha do filtro
minha rd veio sem o filtro de ar, e esta borracha estava cortada e emendada com mangueira de radiador, entao nada mais acertado que colocar a mangueira original e sem gambiarras.

caixa do filtro de ar

caixa do filtro de ar
Como já havia comentado, minha rd veio sem o filtro de ar, eu momentaneamente havia colocado um filtro esportivo que é mais indicado para pistas de corrida e nao o uso urbano, entao consegui a caixa original e o elemento filtrante, vou restaur-la e instalar no lugar como vamos ver a seguir.

filtro restaurado

filtro restaurado
removi toda a tinta velha, e pintei a caixa usando preto vinilico como na original, o resultado final ficou bom e com aparencia de nova

elemento filtrante

elemento filtrante
O elemento filtrante que veio com a caixa do filtro de ar esta velho e usado, e como estou fazendo tudo com capricho, resolvi colocar um elemento novo!

Abraçadeiras dos carbs.

Abraçadeiras dos carbs.
Nada como trabalhar com peças novas, depois do sofrimento com as velosolex, e a GT250 estou no paraiso com relaçao a peças. A facilidade de achar peças da Yamaha é absurdamente melhor do que eu imaginava, tudo bem que as peças so existem nos Estados unidos, mas é possivel achar peças novas, originais e sem uso!

Filtro instalado!

Filtro instalado!
Agora o filtro original assim como o elemento filtrante,abaraçadeiras e a borracha que une os carburadores ao filtro já estao inslados no seu devido lugar. menos uma preocupaçao, agora fica mais facil de acertar a carburaçao e é claro aumenta mais ainda a originalidade da moto! minha meta é chegar aos 100% nos minimos detalhes!

recuperaçao do tanque.

recuperaçao do tanque.
O tanque parecia bom, mais ao remover a tinta apareceu muita massa, o tanque estava todo amassado e nao teve outra alternativa a nao ser abrir e recuperar. Clik na foto e assista o slaide show!

Juntas dos escapes

Juntas dos escapes
Estas sao as juntas dos escapamentos originais Yamaha, elas ficam entre os coletores e os escapamentos.

Enfim a pintura pronta!

Enfim a pintura pronta!
Foram mais de 3 meses de muito extress, pesquisa idas e vindas, erros e mais erros e no final o acerto!!! Essa é a cor original da Yamaha RD350A 1974, ela se chama Ruby Red Metallic a cor é simplesmente linda… a tonalidade muda de acordo com o angulo que se olha e a intensidade de luz. Ora é vinho ora é lilaz ora é Ruby , realmente o resultado final da tecnica TRICOUT é explendida como vamos ver a seguir!

laterais

laterais
podemos observar que as laterais ainda faltam alguns detalhes, ex. o visor de oleo 2 tempos que esta chegando dos estados unidos e os defletores que sao aficados nas laterais…

alinhamentos

alinhamentos
Uma das coisas que preso muito é o acabamento. O alinhamento ficou perfeito no que se refere as linhas e relaçao ao banco e ao chassis… O brilho é lindo, podemos observar que ainda falta o logo Yamaha que vai afiçado nas laterais do tanque, estao chegando dos Estados Unidos na semana que vem.

O merito!

O merito!
é claro que tenho merito em todo esse trabalho de pesquisa etc… etc… mas ha uma pessoa fundamental nisso tudo. O nome dele é Miguel Angelo Quaggio. O miguel me emprestou uma orelha de farol original e nova na cor original, estamos falando de uma peça sem uso de 34anos. sem ela seria impossivel conseguir a tinta original. Eu posso afirmar que hoje no Brasil so ha uma RD350A com a tinta original que é o Ruby Red metallic, essa moto esta em SP e esta a venda por lá. O resto é simplesmente parecida com a original. Mas nao é….. entao a peça fundamental foi realmente essa orelha de farol que o Miguel comprou nos Estados Unidos e gentilmente me emprestou pra que eu pudesse apartir dai começar a verdadeira via sacra pra conseguir a tinta.

O profissional

O profissional
Eu conheço o renatinho a algum tempo, e já tido a oportunidade de ver seu trabalho em algumas motos, foi uma longa negociaçao ate a concretizaçao efetiva do trabalho. O renatinho faz pinturas especias para qualquer moto, helicopteros e capacetes. O que mais me identificou com ele foi o acabamento, a atençao ao cliente, a seriedade e principalmete o prazo. Tive o prazer de conhecer seu local de trabalho no qual diga-se de passagem é digno de se tirar o chapeu, pela organizaçao, limpeza equipamentos de ponta etc… ele reproduz com 100% de fidelidade qualquer tipo de tinta para motocicletas, seja ela classica ou nao. Portanto recomendo a todo Brasil um profissional de alto gabarito, capricho e organizaçao. E olha que sou conhecido pelos meus amigos por ser o mais chato do mundo no que se refere a detalhes. Para entrar no site do Renatinho Pinturas especiais e conhecer o seu trabalho, clik na foto!

os logos YAMAHA

os logos YAMAHA
Com os logotipos Yamaha instalados a diferença começa a aparecer…

Simetria

Simetria
Nao foi facil fazer a simetria que esta diretamente ligada aos furos que tive que fazer na barra que sustenta o logo. Se olharmos lá no inicio do blog veremos que o ex dono havia colocado massa em cima do encaixe do logo e tambem havia retirado essa barrinhas portanto é um trabalho de paciencia alinhar antes de furar. Optei por fazer os furos com ajuda da Dremmel e uma broca de 3mm

Mangueira Mikuni

Mangueira Mikuni
Esse foi outro pesadelo… as mangueiras originais de dreno dos carburadores Mikuni. Procurei em todos os lugares possiveis e imaginaveis, até no site oficial da mikuni procurei e ate achei mais esta indisponivel no site. Mas como nao sou de desistir facil, comecei uma busca encansavel atraz dessa mangueira que é originalmente rosa. Quando comecei a procurar em outros caminhos até que encontrei as mangueiras que nao achei nos estados Unidos, europa e japao, achei a 200mts da minha casa por ironia do destino. É que lembrei que a Yamaha tem outros segmentos como Jet Ski etc… entao comecei a pesquisar em JET Ski e finalmente achei.. os Jets Mais antigos usam carburadores MIKUNI entao liguei para um amigo e perguntei se ele tinha as benditas mangueiras e a resposta veremos a seguir…

DANIMAR

DANIMAR
A resposta dele foi! olha eu tenho quase certesa que tenho essas mangueira mas como nao estou na loja agora te ligo em meia hora, fiquei ancioso esperando e 1 hora depois ele me ligou e perguntou, vc esta em casa? eu disse sim entao ele respondeu estou indo pra ai! como a loja e oficina dele fica a 200 mts da minha casa em 5 minutos ele chegou e quando olhei pra mao dele nao acreditei, ele falou olha é isso que vc quer??? eu respondi nao sai dai porque vou tirar uma foto desse momento hahahahh ele nao so tinha as mangueiras como trouxe em maos e me deu de presente… eu falei a ele cara eu precisei ir no outro lado do mundo pra descobrir que as mangueiras estavam ao lado da minha casa hahahah

Aplicaçao das mangueiras

Aplicaçao das mangueiras
Como vou deixar a moto 100% original cada detalhe faz a diferença por menor que seja! entao quando eu falo que minha RD350A 1974 vai estar depois de finalizada 100% original nao estou falando besteira. Eu vou colocar placa preta nela depois de finalizada isso é fato! pra isso depois que ela estiver pronta posso falar com certesa e convicçao pra qualquer pessoa, Procure um iten que nao seja original na minha moto… Eu sei que as veses eu passo um pouco dos limites com relaçao a isso mais é exatamente aí que esta a diferença entre uma boa restauraçao e uma exelente restauraçao. Eu quero nessa moto em especifico me superar em tudo e en todas as motos que ja restaurei por isso é que estou dando importancia a detalhes minimos!

comandos eletricos 1

comandos eletricos 1
Os comandos eletricos estavam em pessimo estado, mas eram originais. Entao desmontei-os por completo, pintei, troquei a fiaçao, terminais e limpei e regulei os contatos internos. Tudo agora esta como novo e funcionado perfeitamente.

comandos eletricos 2

comandos eletricos 2
O mesmo trabalho foi feito no comando esquerdo, tudo foi restaurado inclusive a funçao PA que é o lampejador do farol, realmente deu muito trabalho restaurar os comandos eletricos mais o resultado final vale muito apena para manter a originalidade da moto. Todo sacrificio é valido, a maioria das pessoas quando veem a moto pronta nao faz idea do quanto de horas e $ foi preciso para deixar a moto 100% original

O paralama dianteiro.

O paralama dianteiro.
Um dos itens que nao eram originais na minha RD era o paralama dianteito, consegui esse original com o Ralf. Ele estava amassado, eferrujado e faltando as hastes e clip do cabo do velocimetro. Eu desamassei-o com um martelo de pureoretano, descravei os arrebites que prendem o suporte e mandei cromar. As hastes consegui com o meu amigo Alvaro Manso, e a alça que prende o cabo do velocimetro consegui com meu amigo Miguel Angelo. ë muito dificil de achar peças novas e originais de uma moto de 34 anos…

O paralama traseiro

O paralama traseiro
O parlama trazeiro era original mas, estava amassado e com ferrugem. Tive que fazer uma solda para fechar um pequeno furo. Desamassei e mandei cromar, o resultado ficou bom.

conjunto dianteiro

conjunto dianteiro
A frente da moto esta completa e totalmente montada, gosto da aparencia do conjunto, como atualisei todo o conjunto eletrico, fiaçao, lampadas, soquetes de lampadas etc…

Na reta final…

Na reta final...
Falta pouco agora, estou na reta final para finalizar a restauraçao da Viuva Negra!

Poucos itens faltando.

Poucos itens faltando.
Um dos poucos itens que faltam sao: As mangueira de combustivel que vou colocar de silicone para evitar rececamento, as mangueiras de oleo 2T que vao da bomba para os carburadores e o visor de oleo 2 tempos que esta chegando dos estados unidos semana que vem.

Os freios dianteiros

Os freios dianteiros
Uma das coisas que deixei por ultimo foi o freio dianteiro, quando comprei a moto o sistema de freio estava travado. ela estava parada a muito tempo… depois da desmontagem observei que os pistoes estava totalmente corroidos nao havia jeito de salva-los. Entao resolvi usinar 2 pistoes novos em aço inox…

Os pistoes do freio

Os pistoes do freio
Como vemos na foto os 2 pistoes estavam condenados. em uma moto que anda muito o freio é de principal importancia.

pistoes novos

pistoes novos
Aqui vemos a diferença entre o novo e o velho, na usinagem do novo pistao, tive que usar um micrometro porque a precisao é primordial. Se ficar maior nao entra no cilindro, e se ficar menor haverá vazamentos, troquei os orrings de vedaçao por orrigs de borracha nitrilica e as pastilhas tambem sao novas da marca EBC

Peças recentes

Peças recentes
Finalmente, aos poucos estou conseguindo as peças que ficaram faltando São pequenos detalhes que para mim fazem a diferença já que quero deixar A RD350A 100% original nos mínimos detalhes. Meus dois amigos Álvaro Manso e Miguel Ângelo têm me ajudado muito No sentido de dicas de como são as peças originalmente e importando essas Peças dos Estados Unidos, a cada chegada do carteiro é uma alegria só. Agora estou na reta final para terminar a restauração da Yamaha RD350A 1974. Abaixo veremos algumas das peças que consegui recentemente para compor A originalidade da moto.

carburadores originais Mikuni VM28SC

carburadores originais Mikuni VM28SC
Os carburadores originais da RD350A são os Mikuni VM28SC Esses carburadores foram descontinuados pela Mikuni, atualmente Existem no mercado os modelos VM24 e pula para o VM30. O numero corresponde ao tamanho do Venturi em milímetros. Ou seja, os carburadores originais da RD350A têm 28 mm de Venturi. Quando comprei a moto ela estava com os carburadores da RD350LC, Dei uma geral neles, troquei os reparos, ajustei o nível de bóia e instalei Na moto. Comecei uma busca minuciosa para encontrar os carburadores originais E só encontrava carburadores detonados, até que apareceram os carburadores Originais e em excelente condição de uso. Originalmente os carburadores Da RD350A são pintados de preto. Vou repintá-los com preto vinilico, Exatamente como são originalmente. E instalar na moto, em breve colocarei as fotos.

Globo ótico original

Globo ótico original
O globo ótico original da RD350A é da marca KOYTO, o globo ótico Que estava na RD alem de não ser original estava todo arranhado. Então provisoriamente instalei o globo ótico paralelo da RX125, até Conseguir o original, então depois de uma procura, encontrei nos Estados Unidos O globo ótico original da marca KOYTO, apesar de usado esta em excelente condição.

Borrachas da pedaleira do piloto

Borrachas da pedaleira do piloto
Provisoriamente instalei as borrachas da pedaleira do piloto da Honda CG. Até encontrar as originais da RD350A que tem uma forma peculiar. Finalmente encontrei as originais e novas. Já estão instaladas na moto. Mas uma etapa vencida nessa maratona e garimpar peças fora do Brasil.

travas das setas traz.

travas das setas traz.
Estas sao as travas das setas traz. elas servem para travar as setas e impedir que eles girem, estas peças estavam faltando.

trava das setas dianteiras

trava das setas dianteiras
as travas servem para manter as setas firmes no lugar e impedir que elas girem, estas peças tambem estavam faltando.

coroa e pinhao

coroa e pinhao
estes sao os originais da RD350A, pinhao 15 dentes e coroa 40, minha RD estava com pinhao de 17 dentes que a deixava muito longa, nada como o original.

O pneu dianteiro

O pneu dianteiro
Eu sei que pode parecer loucura. Mas se você quiser fazer uma restauração nos padrões 100% originais, cada detalhe faz a diferença. E são estes detalhes que diferenciam uma restauração e uma excelente restauração. Uma coisa que estava me incomodado era o pneu dianteiro que não conseguia encontrar, já que o original era o Dunlop K5. Então parti para uma pesquisa detalhada na internet até descobri algum fabricante que tivesse um pneu com as mesmas medidas e um desenho igual ao original.

O desenho original do pneu.

O desenho original do pneu.
Este é o desenho original do pneu da Yamaha RD350A, todos os frisos são no mesmo sentido. Alias esse desenho é próprio pra chuva, mas era assim que as Yamahas RD eram exportadas do Japão para a Europa e USA.

Fabricado na republica tcheca

Fabricado na republica tcheca
Bom depois de conseguir encontrar o pneu com as medidas e o desenho original, Restava comprá-lo. A marca do Pneu é MITAS e ele é fabricado na. republica tcheca O modelo é H-04 e a medida é 2.35-18, É um pneu fabricado exclusivamente para motocicletas clássicas. A pressão de trabalho recomendada pela Yamaha na RD350A É de 26 bls.

O pneu montado.

O pneu montado.
Assim ficou o pneu montado no aro da RD350A. Eu acho muito importante narrar em detalhes todos os estágios da restauração, as dificuldades, o tempo gasto com pesquisa e execução do trabalho e todo o dinheiro gasto no projeto. Depois de pronta a grande maioria das pessoas não tem idéia do valor da moto pronta. Ver o trabalho resumido é lindo. Mas o caminho que foi percorrido pra chegar ao final é que são elas. Então quando aparece uma moto que foi restaurada nos padrões 100% originais com os mínimos detalhes não se espante com o preço pedido por ela. São os pequenos detalhes que realmente fazem a diferença.

Encontro de classicas do Rio 2009

Encontro de classicas do Rio 2009
Clik na foto e assista o Slaide show

Os amortecedores originais

Os amortecedores originais
Depois de procurar muito consegui comprar os amortecedores originais Da Yamaha RD350A 1974, através do meu Álvaro Manso. Depois que recebi os amortecedores pelo correio, Logo instalei na moto E para minha surpresa e tristeza eles estavam estourados. Então liguei Para meu amigo Miguel Ângelo Quaggio que me indicou o Sr. Pedro de São Paulo para restaurá-los. Liguei então para o Sr. Pedro que me disse Que restauraria e que demoraria em torno de 15 dias pra ficar pronto o serviço. Remeti a ele os amortecedores e os recebi assim pelo correio.

Amortecedores restaurados.

Amortecedores restaurados.
Os amortecedores ficaram lindos o acabamento nem se fala. Realmente o trabalho do Sr. Pedro é de primeira. Faltava agora Instalar-los no lugar e fazer o teste de carga e amortecimento.

Instalaçao dos amortecedores.

Instalaçao dos amortecedores.
Bom finalmente instalei os amortecedores no lugar. A diferença é Gritante, nada como o bom e velho original. Fiz o teste de carga e Amortecimento e realmente o trabalho do Sr Pedro é de primeira qualidade. Recomendo o trabalho dele para qualquer um que queira restaurar amortecedores De qualquer marca e modelo. Clássicos ou não, ele troca tudo inclusive as hastes e Entrega os amortecedores prontos e cromados e com garantia. Se você tiver aquele Amortecedor raro tipo um par de Koni da década de 70, não pense 2 vezes pode mandar\ para ele que o serviço de recuperação é garantido a toda prova. E a qualidade ë indiscutível O tel. do Sr Pedro é (16) 33618110.

O visor de oleo 2 tempos.

O visor de oleo 2 tempos.
O visor de óleo algumas semanas depois de instalado apresentou um vazamento para meu desespero. Como o comprei nos Estados unidos na HVC Cycle, resolvi tirar umas fotos e mandar um email pra eles explicando o fato ocorrido. Eles prontamente responderam meu email dizendo que nunca havia ocorrido isso antes, mas que eu não me preocupa-se que eles iriam me mandar outro inteiramente grátis, para substituir o defeituoso. Ë aí que esta a seriedade de uma empresa com a HVC Cycle!

substituindo o visor.

substituindo o visor.
Uma das minhas preocupações era trocar o visor sem estragar a pintura do tanque de óleo. Já que o processo de pintura é tricout e não tem como retocar. Então o pessoal da HVC me instruiu como tirar o visor sem danificar a tinta. Como veremos nas fotos a seguir.

retirando o visor

retirando o visor
com uma chave de fenda, o visor é retirado com facilidade sem destruir a pintura.

Instalando o novo visor de oleo 2 tempos.

Instalando o novo visor de oleo 2 tempos.
Com a ajuda de uma chave de caixa o novo visor é instalado. Nunca se deve Instalar o visor empurrando pela parte de acrílico. Corre-se o risco de rachar ou Quebrar a parte transparente do visor.

O novo Visor de oleo 2 tempos

O novo Visor de oleo 2 tempos
Hoje recebi pelo correio o novo visor que a HVC Cycle mandou para substituir O defeituoso.

Visor instalado no reservatorio.

Visor instalado no reservatorio.
Com o visor de óleo já instalado, abasteci o reservatório com óleo 2 tempos Para fazer o teste de estanquedade. Perfeito não há vazamentos, podemos Observar a coloração do óleo que é bem clara. Eu uso óleo com base sintética Moto2 da Lubrax, ele não carboniza, quase não faz fumaça

HVC CYCLE uma empresa seria, tem varias peças para Yamaha RD350 73 – 76

HVC CYCLE uma empresa seria, tem varias peças para Yamaha RD350 73 - 76
Click in picture to acess website Thanks Brad and the HVC Cycle for its honesty and seriousness.

Farol e carburadores

Farol e carburadores
Enfim chegaram os carburadores originais e o globo otico do farol

Selead Bean

Selead Bean
Originalmente o farol é selado, e a lente é de cristal.

Conector original

Conector original
O conector original é da mesma marca do farol Koito

Regulagem do farol

Regulagem do farol
O farol original possibilita a regulagem de foco

Yamaparts

Yamaparts
Este é o melhor site de yamahas classicas da internet sem duvida alguma, Atraves dele me inspirei e muito na montagem do meu blog, a qualidade fotografica é o que há de melhor na internet clik na foto e entre no site! the yamaha parts is the best of the best website of classics Yamaha!

Objetivo final

Objetivo final
Meu objetivo final será a placa preta. Ela simboliza a coroaçao de todo meu trabalho com a RD350A 1974. É como o trofeu de consagraçao por todo o trabalho de pesquisa, garimpo e muitas horas de trabalho e dedicaçao. Tornal uma moto Japonesa de 34 anos 100% original no Brasil é uma tarefa muito dificil … Infelismente nao temos apoio do governo e os impostos sao muito caros no que se refere a importaçao de peças. Acho que restaurar uma moto classica é contar a Historia dela para futuras geracoes. Ainda mais uma Viuva negra que é um mito ainda cultuado mesmo despois de mais de 30 anos…

Yamaha forever…

Yamaha forever...
A medida que a restauraçao for evoluindo vou atualizando o blog. Clik na foto e assita o filme promocional de lançamento das yamahas da decada de 70!

Lançamentos de Motos para 2013

A tecnologia não pára de avançar e a cada ano novas soluções, conceitos e inovações são utilizados no ramo automotivo. Para os amantes de duas rodas, as mudanças seguem acontecendo e deixando as motos com desempenho cada vez melhor, conciliado muitas vezes maior conforto e economia. As marcas seguem divulgando seus lançamentos para o próximo ano e a concorrência parece que será feroz.

Entre as motocicletas mais populares que focam motores com baixo número de cilindradas, porém com máximo desempenho e economia de combustível, estão a nova Brós, Titan e BIS da marca campeã de vendas Honda.
Motos mais vendidas
Falando um pouco mais sobre a atual campeã de vendas, a Honda CG Titan, seu novo modelo terá autonomia de 640 km, ou 35 km/L (tanque de 16,2L). Com modificações no banco e no desenho do tanque, provocando melhor encaixe das pernas, ela promete maior conforto para seus ocupantes.
O preço em São Paulo gira em torno de R$ 7 mil para a versão ESD e R$ 7,5 mil para a versão EX, ambas com motor bicombustível, partida elétrica, injeção eletrônica e freio a disco na roda dianteira. Seu custo pode aumentar chegando a até R$ 600 a mais no Rio Grande do Sul.
Já a Honda Biz também está entre as motos mais vendidas no mercado brasileiro. Ela se destaca sempre por seu conhecido baixo consumo e praticidade. Ela virá equipada com o motor de 125 cilindradas, capaz de chegar a até 9,1 cv e 7.500 rpm. O preço das suas versões é de R$ 5,4 mil para a versão mais básica KS, R$ 6 mil para a versão ES e R$ 6,7 mil para a versão mais avançada EX.
Lançamentos de motos potentes em 2013
Modelos mais potentes também ganham destaque na boca dos amates de motocicletas. Entre elas a novo sucesso de vendas na Índia, a mini esportiva Yamaha R15. Com motor de um cilindro, refrigeração líquida, 150cc e 17 cv, ela traz um visual ainda mais agressivos e parecido com as linhas da YZF  R1. Mudando um pouco o terreno da discussão, novos modelos 2013 off-road também já foram apresentados. São elas a Suzuki RM-Z 250 e 450, KTM 350 e 450 SX-F, Honda CRF 450 R, Kawasaki KX250F e Yamaha YZ450F.
Se interessou né? As motos facilitam muito o transito pelos engarrafamentos, o estacionamento e o custo envolvido para mantê-las é muito menor. Então não perca tempo. Escolha o modelo que mais tem a ver com sua necessidade e desejo e vá correndo comprovar todas essas vantagens fazendo um test drive nas concessionários mais próximas.
por jornaldamoto